A melhor ficção científica sempre usou o futuro para falar do presente. Agora, uma nova leva de filmes volta a colocar identidade, memória e afeto no centro do espetáculo.
Tecnologia e espaço continuam na tela, mas funcionam como espelhos. São histórias menos interessadas em prever máquinas e mais curiosas sobre o que ainda nos torna humanos.
